Lambrini Girls e Upchuck anunciam show open air conjunto em 25 de junho
No dia 25 de junho, o Maifeld Derby e o Metropolink Festival unem forças para apresentar uma série de concertos ao ar livre na área outdoor da @commissary.phv. O arranque não podia ser mais intenso: @lambrinigirlz e @upchuck sobem ao palco para uma noite de punk sem concessões. Os bilhetes já estão à venda.
O concerto acontece na Alemanha, mais precisamente na cidade de Mannheim, um dos polos culturais mais ativos do sudoeste do país. O palco será a área externa da Commissary PHV, espaço situado no antigo complexo militar Patrick Henry Village, que vem sendo transformado num importante centro de música, arte contemporânea e cultura urbana. A escolha do local reforça a proposta de ocupar espaços abertos e não convencionais, criando uma experiência mais direta, intensa e comunitária entre artistas e público.
A colaboração entre o Maifeld Derby e o Metropolink Festival acrescenta ainda mais relevância ao evento. O Maifeld Derby é um festival de música alternativa com reconhecimento internacional, conhecido por cruzar nomes consagrados e novas apostas da cena indie, punk e experimental. Já o Metropolink tem uma forte ligação à arte urbana e às intervenções culturais no espaço público, promovendo encontros entre música, artes visuais e a cidade. Juntos, os dois festivais propõem uma série de open airs que vão além do concerto tradicional, valorizando a ocupação cultural urbana e o espírito coletivo.
Vindas de Brighton, as Lambrini Girls representam um noise-punk de atitude feroz, humor ácido e posicionamento político claro. A sua música é barulhenta, urgente e provocadora, sem nunca perder a ironia nem a diversão. Reconhecidas como uma das bandas ao vivo mais intensas da atual cena punk britânica, esgotaram a última digressão com grande antecedência. Punk com postura — e concertos que ficam na memória.
Já as Upchuck trazem punk direto de Atlanta, Geórgia, cru e sem ornamentos. Liderada pela vocalista KT, a banda dispara canções curtas e rápidas, algures entre o hardcore, o garage e o primeiro hardcore norte-americano. O espírito é totalmente DIY: mensagens diretas, zero espaço para poses ou bullshit. As letras falam de raiva, união, injustiça e da necessidade de continuar a gritar alto, mesmo num mundo quebrado.
Dois nomes explosivos, um open air num espaço simbólico e uma colaboração entre festivais que apostam na cultura viva. A expectativa é alta — e a energia promete ser máxima.
