Mark Crozer explora luto, memória e redenção em Homecoming
Poucos músicos conseguem habitar as sombras do rock alternativo por tanto tempo sem desaparecer completamente nelas. Mark Crozer sempre foi uma dessas figuras discretas: um compositor orbitando os cantos menos iluminados do indie britânico, mais interessado em atmosferas do que em holofotes. Em Homecoming, no entanto, ele transforma essa condição periférica em força estética. O resultado é talvez o trabalho mais denso, vulnerável e cinematográfico de sua carreira.
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