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PUMP UP THE VOLUME

Indie Rock

BlogEditor's PickLançamento de discosMust Read

The Twilight Sad encara luto e renascimento em um de seus discos mais intensos

Há algo de inevitável em It’s The Long Goodbye, novo álbum do The Twilight Sad. Como se, depois de quase duas décadas construindo uma identidade marcada por tensão emocional e densidade sonora, a banda finalmente chegasse ao ponto em que forma e conteúdo se fundem de maneira absoluta — sem filtros, sem concessões.

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BlogEditor's PickMust Read

The Jesus and Mary Chain retorna a Singapura após 14 anos com show raro e atmosfera “Just Like Honey”

Desde o caos abrasivo de Psychocandy até a maturidade afiada de Glasgow Eyes, os irmãos Jim Reid e William Reid construíram uma das trajetórias mais influentes da música alternativa. Entre distorções saturadas e lirismo sombrio, ajudaram a moldar gêneros como noise-pop, pós-punk e shoegaze. O sucesso inicial no Reino Unido rapidamente evoluiu com Darklands e Automatic, este último marcando a consolidação nos Estados Unidos, com hits que alcançaram o topo das paradas e revelaram uma faceta mais refinada de composição.

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BlogEditor's PickMust ReadResenhas

Viagra Boys transformam abertura para o Interpol em explosão caótica no Audio, em São Paulo

Na noite de 19 de março de 2026, o Audio virou um terreno instável e pulsante com a passagem dos Viagra Boys, escalados como responsáveis por aquecer o público para o show do Interpol, que subiria ao palco logo em seguida. Mas o que era para ser apenas uma abertura rapidamente ganhou contornos de atração principal — ao menos em intensidade.

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BlogEditor's PickMust ReadResenhas

Interpol transforma o Audio em um ritual de elegância e intensidade

No centro de tudo, Paul Banks reafirmou seu papel como um dos frontmen mais singulares do rock contemporâneo. Contido, quase austero, ele conduz a banda sem excessos, deixando que sua voz grave e carregada de melancolia dite o tom da noite. Banks não precisa dominar o palco com gestos — sua força está justamente na economia, na forma como parece sempre guardar algo, criando um magnetismo silencioso. Em momentos como “My Desire” e “If You Really Love Nothing”, sua interpretação foi profunda, quase introspectiva, puxando o público para dentro de cada canção.

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